O amor é uma campanha publicitária

12 03 2008

 

O amor morreu. As relações humanas contemporâneas se apressam em transformar o que era sentimento em contrato social, com cláusulas muito bem definidas. Parafraseando Tom Zé, eu me pergunto aonde foi aquilo que nos inspiravam os poetas? Qual será o conceito definitivo por trás do sentimento de Éros? “Será aquele da novela das sete, ou será o da novela das oito?”. A dúvida cruel já não faz mais sentido. Nosso modo de vida hedonista nos oferece o individualismo como uma alternativa bastante viável. O egoísmo implodiu o amor.

Leia o resto deste post »





Saudade das pin-ups

26 07 2007

Marylin Monroe
Marilyn Monroe. Que beleza de pin-up!

Será possível sentirmos saudade de uma época em que não vivemos. Estranho é que, não raramente, esse tipo de sentimento passa pela minha cabeça. Uma espécie de saudosismo, se é que o termo se aplica, toma conta de mim quando me recordo das pin-ups da década de 20, 30, 40 e 50. Betty Grable, Rita Hayworth e, é claro, Marilyn Monroe (para citar só as de maior notoriedade), todas elas eram figuras da sensualidade insinuada. Pode-se dizer até pudica. Mas essas musas sem dúvida conservavam um charme, uma elegância ímpar, e sem dúvida uma sutileza apolínea.

Leia o resto deste post »