
No Brasil, o mercado musical ainda faz uma estranha distinção entre o cristão (não somente o evangélico) e o secular. O primeiro é vendido em estabelecimentos distintos, para um público distinto e privativo e com veículos de divulgação próprios. É um universo paralelo, onde a música chamada “gospel” tenta “emular” os ritmos e estéticas mundanas mas conserva o receio de se “misturar” a elas, ser ouvida pelas mesmas pessoas e por meio dos mesmos canais de recepção. Tudo para dar a falsa sensação de que seu público não perde nada, embora esteja visivelmente restrito. Para quem acha que música cristã é o só Aline Barros ou Irmão Lázaro, temos aqui algumas bandas que vão desafiar o seu preconceito. O espiritual visto mais sob o ponto de vista de uma temática criativa e menos como um segmento fonográfico. Provando que é possível falar de Deus ou tratar temas espirituais cristãos sem se apegar aos formalismos de uma estética quadrada, padronizada e simplória… Leia o resto deste post »


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